sexta-feira, 18 de abril de 2014

Amigo fidelidade da Nanda Semi-jóias

    A Nanda Semi-jóias tem um grupo no facebook intitulado"venha valorizar sua beleza com a Nanda Semi-jóias".Este grupo é exclusivo para a divulgação da Marca.Seus membros possuem vantagens em premiações e promoções exclusivas.Nesse Mês o grupo está realizando a campanha do amigo fidelidade da Nanda Semi-jóias.O amigo que mais se destacar no grupo em curtidas,comentários e compartilhamentos,ganhará um kit de semi-jóias no valor de R$:500,00. 
Visto que a Nanda Semi-jóias completará 11(onze) anos no mercado dia 28/04/2014,a entrega do kit será feito no dia 30/04/2014.


Link para acessar o grupo:

O renascimento e as jóias

Com os estudos de anatomia e engenharia que ganharam força nesta época, os ourives conseguiram reproduzir com fidelidade, formas humanas representadas em peças inspiradas na mitologia.
A joalheria deixou de ser patrocinada pelo clero e passou a ser patrocinada pela burguesia. Foi então que o ofício de ourives começou a ganhar status de arte assim como a pintura e escultura.
O berço do Renascimento foi a Itália, mais precisamente Florença, cidade onde viveram os Médici, família que financiou diversos artistas do período. Durante a renascença a cidade abrigou os principais artistas desta época como: Rafael,  Donatello, Michelangelo, Leonardo da Vinci, Cellini(ourives e escultor) entre outros.
Foi em Florença que nasceu o conceito de artista que conhecemos: “um profissional remunerado pelo talento e com direitos sobre sua obra”.
Foi em Florença que nasceu o conceito de artista que conhecemos: “um profissional remunerado pelo talento e com direitos sobre sua obra”.Cellini foi um dos maiores ourives do renascimento. Nasceu em Florença e mudou-se para Roma onde produziu jóias para a corte papal e vários nobres. Estudou no atelier de Filippino Lippi onde aprendeu que o desenho tinha que ser a base de toda obra de arte, já que servia para projetar todos os detalhes da peça antes da execução.


Com as navegações e a descoberta das Américas, a Europa foi abastecida de ouro, prata e gemas. Sendo assim, a quantidade de jóias usadas jamais havia-se visto. Homens, crianças e mulheres passaram a desfilar ornamentadas com inúmeras peças.



Era costume usar vários anéis na mesma mão, assim como muitos colares. Também era comum o uso de pingentes, brincos, broches e jóias para o cabelo e chapéu.  Os adornos de chapéus eram feitos de ouro esmaltado, com motivos mitológicos ou religiosos. Camafeus também começaram a ser introduzidos na composição destes adornos. Usar correntes maciças com diferentes tipos de elos também foi um costume da época. Alguns anéis do final do séculoXVI, podiam conter compartimentos para transportar relíquias, perfumes ou até mesmo veneno.





Pérolas barrocas ganharam destaque em peças onde as pérolas eram parte do corpo da figura representada seguindo a criatividade do joalheiro.
Tamanha era a euforia deste período que até mesmo imitações de pedras eram usadas.
O Renascimento foi um período marcado pelas transformações, prosperidade e criatividade. A joalheria deste período marcada pelo exuberância, tecnologia e conceitos artísticos.

A Joalheria Bizantina

Um aspecto importante foi a coexistência da arte greco-romano e a oriental. Para a primeira citada acima, esse foi um dos últimos redutos durante a Idade Média, sendo redescoberta pela Europa durante o Renascimento.
Durante o Império Bizantino, as jóias eram muito valorizadas. Usadas para adornar roupas, sapatos, cabelos e diversas partes do corpo (pescoços, orelhas, cinturas, dedos e braços). Tanto homens como mulheres faziam uso de cintos, fivelas e broches adornados com filigrana e arabescos em ouro, pérolas e esmalte.



Constantinopla estava em uma posição privilegiada no mapa econômico e cultural. A joalheria nessa época utilizou gemas trazidas por mercadores de regiões como o Golfo Pérsico, Ásia, África, entre outros. As principais gemas utilizadas foram as pérolas e safiras.
A cor, que foi usada com grande destreza pelos artistas da época, também estava presente através de técnicas de esmaltação. Esta maneira de colorir as jóias, decorava peças ricas em detalhes na representação de santos, retratos e desenhos abstratos. O esmalte atingiu alto grau de refinamento técnico, sendo a técnica denominada “closoinné” muito utilizada.
As imagens de mosaicos, como o da Igreja de São Vital em Ravena entre outras, sugerem o uso de broches, coroas, cruzes, e fivelas e das gemas acima citadas.




A arte dos ourives também podia ser encontrada em cálices e outros objetos litúrgicos, assim como cetros e diademas. As técnicas de filigrana e granulação também foram muito empregadas para ornamentar as peças. A lapidação era muito primária. Utilizava-se apenas arredondar as arestas, lapidar em forma de contas e polir as facetas naturais da gemas. Um dos conceitos dos lapidários era o de perder o mínimo peso possível.